Há muito defendo que a Uber em Portugal deixou de ser um expoente da economia da partilha, para se tornar um mero espelho do incumbente “táxi”.
Desde que a Uber (e, mais tarde, a Bolt) passaram a estar presentes em Portugal que não usava os serviços do táxi tradicional. Até há uns dias atrás. Porque decidi escrever este texto e recuperar alguns escritos que produzi há uns anos? Porque assinalo, com tristeza, que o serviço do táxi, não tendo mudado nada face o que lhe conhecia há uns anos atrás, é hoje muito mais fiável do que o das ditas “plataformas”.
Para entender como chegámos aqui – leia-se, para perceber como é que um
serviço que nasceu disruptivo e de excelência adquiriu todos os vícios
do incumbente “táxi” – vale a pena escavar um pouco o tema. Ler mais
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