Associação advoga que os toalhetes são responsáveis por entupimentos, danos nas infraestruturas de saneamento e tratamento de águas residuais e contribuem para a poluição marinha.
A associação ambientalista Quercus pede a proibição da venda de toalhetes húmidos não biodegradáveis e que seja criado um selo "biodegradável", e enviou uma carta nesse sentido ao Governo e à Assembleia da República.
O pedido foi divulgado esta quarta-feira em comunicado pela associação, que além da proibição imediata dos toalhetes, usados por "quase 30%" da população do continente, apela a que seja proibida por lei a descarga no esgoto de todos os materiais que prejudicam o ambiente. Ler mais





