sexta-feira, 20 de março de 2026

Paris Court of Appeal upholds refusal to block Shein

French government fails in bid to block the ecommerce platform after last year's child-like sex doll scandal

Ultra-fast fashion online retailer Shein will not be blocked in France, the Paris Court of Appeal said on Thursday, upholding an earlier court ruling on the case.

The French government sought an access ban on Shein last November after child-like sex dolls were found for sale on the platform. It also referred the matter to the Paris prosecutor’s office.

But the Court of Appeal ruled on Thursday that the government’s blocking order was “inadmissible” because Shein had promptly reacted to concerns by removing the offending listings from its platform, according to a press statement sent to Euractiv. (...)

 

O BCE lança uma nova fase de trabalho sobre o euro digital

 

O BCE lançou chamadas para candidatos para recrutar especialistas para supervisionar o desenvolvimento do euro digital.

Dois grupos de trabalho focam na integração nos caixas eletrônicos e na certificação dos pagamentos.

O projeto visa estabelecer regras comuns para o uso do euro digital em toda a zona do euro.

Um projeto piloto do euro digital está previsto para 2027, mas sua emissão ainda depende do quadro legislativo europeu. Ler mais

Imprensa Escrita 20-3-2026





 

quinta-feira, 19 de março de 2026

XV JORNADAS DE DIREITO DO CONSUMIDOR - LEIRIA
























Surto de meningite: DGS garante que não há casos em Portugal e acompanha situação no Reino Unido

 

A Direção-Geral da Saúde (DGS) informa que está a acompanhar o surto de meningite B no Reino Unido e garante não existirem casos notificados em Portugal com ligação ao surto que já fez duas mortes.

O número de casos de meningite B bacteriana registados no Reino Unido subiu de 20 para 27, dos quais 15 foram confirmados e 12 continuam a ser investigados, anunciou hoje a agência britânica de segurança sanitária.

Contactada pela agência Lusa, a DGS afirmou que "tem feito o acompanhamento da situação no Reino Unido, dentro da monitorização permanente da situação epidemiológica na Europa e no mundo, mantendo, igualmente, uma comunicação de proximidade e um aumento da vigilância". Ler mais

O ‘admirável mundo novo’: a concepção viciante em que se enredam crianças e jovens

 


A Euronews noticiava em tempos:

“Design "viciante" do TikTok viola a legislação da União Europeia

A Comissão Europeia concluiu que o TikTok não limitou suficientemente funcionalidades viciantes, como o "scroll" infinito, que incentiva comportamentos compulsivos.

O design viciante do TikTok viola o Regulamento dos Serviços Digitais da Europa e não protege adequadamente os utilizadores, sustenta a Comissão Europeia.

As caraterísticas viciantes colocam o cérebro dos utilizadores em "piloto automático" e encorajam comportamentos compulsivos, como abrir e percorrer repetidamente a aplicação, afirmaram os reguladores.

As conclusões preliminares reflectem a pressão crescente exercida sobre as plataformas de redes sociais no que diz respeito ao tempo de ecrã, em especial para as crianças e os adolescentes. Os reguladores de todo o mundo questionam cada vez mais se as empresas tecnológicas estão a fazer o suficiente para proteger os jovens utilizadores de caraterísticas de design viciantes.

"A dependência das redes sociais pode ter efeitos prejudiciais nas mentes em desenvolvimento de crianças e adolescentes", afirmou Henna Virkkunen, vice-presidente executiva da Comissão Europeia para a Soberania Tecnológica, Segurança e Democracia.

"O Regulamento dos Serviços Digitais torna as plataformas responsáveis pelos efeitos que podem ter nos seus utilizadores. Na Europa, aplicamos a nossa legislação para proteger as nossas crianças e os nossos cidadãos online", acrescentou. TikTok deve "alterar a concepção básica do seu serviço"

Para cumprir o Regulamento dos Serviços Digitais, o TikTok precisa de "alterar a concepção básica do seu serviço", concluiu a Comissão Europeia.

As alterações propostas incluem a desactivação do "scroll" infinito, "intervalos de tempo de ecrã" mais eficazes e alterações às recomendações de vídeo da aplicação.”

O Parlamento Europeu tem revelado as suas preocupações, mormente no que tange à concepção viciante dos suportes em que se enredam crianças e adolescentes e instou a Comissão Europeia, a 12 de Dezembro de 2023, a que apresentasse uma proposta para que se colmatassem as brechas detectadas.

O que está na génese da iniciativa que a Comissão pretende adoptar até finais do ano são seis eixos fundamentais, revelados durante a devassa que determinadas entidades fizeram às plataformas, sítios web e redes sociais:

i Padrões-obscuros nas interfaces em linha susceptíveis de influenciar injustamente as decisões dos consumidores, exercendo, por exemplo, sobre si uma pressão desnecessária através de falsas alegações de urgência.

ii. Concepção viciante dos serviços digitais que conduz os consumidores a persistir na utilização do serviço ou a despender mais dinheiro, por exemplo, em razão das caraterísticas semelhantes às dos jogos  de fortuna e azar nos jogos de vídeo.

iii. Selecção personalizada que tira partido das vulnerabilidades dos consumidores, como a apresentação de publicidade direccionada que explora problemas pessoais, desafios financeiros ou estados mentais negativos.

iv. Dificuldades de gestão das assinaturas digitais, por exemplo, quando as empresas dificultam excessivamente o cancelamento da prestação.

v. Práticas comerciais problemáticas dos influenciadores das redes sociais, que  podem já ser contrárias à legislação da UE em matéria de defesa do consumidor e a outra qualquer legislação, a saber, o Regulamento dos Serviços Digitais e a Diretiva dos Serviços de Comunicação Social Audiovisual.

vi. Contratos digitais cuja celebração apresenta visos de manifesta agressividade.

O importante é que, neste jogo do gato e do rato, os gatos não levem de vencida os seus “dóceis” opositores por inépcia dos reguladores que assistem impávidos a esta disputa iníqua e desigual.

 

Mário Frota

Presidente da apDC – DIREITO DO CONSUMO -, Portugal

 

Centenas de milhões de iPhones vulneráveis apenas ao visitar um website

Semanas depois de a Google ter descoberto um kit para piratear o iPhone, surgiu uma nova ferramenta. Investigadores da Google revelaram a existência do DarkSword, uma técnica que permite aos atacantes comprometer os dispositivos iOS simplesmente acedendo a um website. Especialistas afirmam que esta ferramenta pode afetar centenas de milhões de utilizadores.

Centenas de milhões de iPhones vulneráveis

De acordo com várias publicações de investigadores, o DarkSword é uma vulnerabilidade que funciona como um ataque de watering hole, uma técnica na qual os hackers infetam sites legítimos para comprometer os dispositivos das suas vítimas. Neste caso, qualquer iPhone vulnerável apenas precisa de carregar a página para que o atacante obtenha acesso ao telefone.

Ao contrário dos spywares convencionais, o DarkSword não instala qualquer ficheiro no dispositivo. A ferramenta emprega técnicas de malware sem ficheiros que envolvem o sequestro de processos do sistema operativo para roubar dados. Ler mais

 

Da ‘Energia Áurea’ à Energia Plúmbea...

“Notificado pelo Balcão Nacional de Injunções a pagar € 21 828 à Gold Energy (facturas de 17.Março.2025). Surpresa absoluta. Contador int...