“Neste momento, tendo em conta o relatório de análises do ar efetuado
e o valor-limite de exposição existente, podemos considerar que existe
um risco moderado para todos os utilizadores do Passeio Marítimo de
Algés”, lê-se no relatório final da empresa Amiacon – Consultores em
Amianto. Ler mais
segunda-feira, 13 de janeiro de 2025
“Risco moderado” de amianto no Passeio Marítimo de Algés passa a “elevado” com diretiva europeia
É seguro utilizar recipientes de plástico antigos para guardar os alimentos? Esclarecemos as suas dúvidas
Quando se trata de artigos de cozinha de baixo custo que podem resistir ao teste do tempo, os recipientes de plástico para armazenamento de alimentos têm muito que se lhe diga: no entanto, quanto tempo duram?
A longevidade e a segurança dos recipientes de armazenamento de alimentos dependem do tipo de plástico. Mas há uma maneira de avaliar a durabilidade e a segurança de um recipiente de plástico: vire o recipiente e verifique o código de reciclagem. Vai encontrar números entre 1 e 7: segundo Michael Tunick, químico investigador do Departamento de Gestão Alimentar e Hotelaria da Universidade Drexel (Estados Unidos), os números que pretende ver são 2, 4 ou 5.
O 2 representa “HDPE, ou polietileno de alta densidade, encontrado
em artigos como garrafas de óleo alimentar e jarros de leite. É difícil
de decompor e é considerado seguro”, explicou. Já o 4 significa “LDPE,
ou polietileno de baixa densidade, encontrado em artigos como garrafas
de plástico e sacos de pão, considerados seguros e reutilizáveis”. Por
último, um 5, ou “PP, ou polipropileno, encontrado em sacos de batatas
fritas e recipientes de iogurte e seguro para reutilização”. Além de
serem seguros para alimentos, os recipientes com os números 2, 4 ou 5
são duráveis o suficiente para serem lavados e reutilizados várias
vezes. Ler mais
É muito mais fácil do que parece: sete sinais de que o seu telemóvel foi hackeado
Conforme os smartphones se tornam mais avançados, começamos efetivamente a transportar pequenas versões de nós mesmos nos nossos bolsos: desde fotos privadas a mensagens pessoais, diários e finanças, um hacker que entre num smartphone pode ganhar informações valiosas com consequências devastadoras.
Os ataques cibernéticos estão em constante expansão, sendo que o FBI já alertou os utilizadores da Apple e Android para não trocarem mensagens – em vez disso, optarem por serviços encriptados como o WhatsApp. De acordo com os britânicos do ‘Metro’, há sete sinais que devem ser observados que podem ser uma pista de que o seu dispositivo foi pirateado.
Em primeiro lugar, procure por problemas de bateria: se der conta
que o seu telemóvel aquece ou fica sem energia mais rapidamente do que
antes, isso é sinal que pode haver malware a correr em segundo plano sem
que saiba. O malware também pode ser responsável pelo desempenho lento –
por isso, se notar que o seu smartphone ‘rasteja’ como um caracol, é
melhor verificar o que está instalado. Ler mais
É este o ciclo da máquina de lavar loiça que tem mesmo de evitar, segundo especialistas. Está a deitar dinheiro (e tempo) pelo cano
Lavar a loiça é uma tarefa que muitos tentam simplificar, mas pode estar a ser feita de forma incorreta. Um estudo recente da Which?, uma entidade de defesa do consumidor do Reino Unido, revelou que o ciclo rápido das máquinas de lavar loiça, frequentemente utilizado para poupar tempo, pode não ser tão eficiente como se pensa.
O ciclo rápido, apesar de prometer uma lavagem mais célere, traz
desvantagens significativas. Segundo a Which?, este ciclo consome mais
energia e água, e tem um desempenho inferior em termos de limpeza e
secagem, quando comparado com os ciclos principais ou eco. “O tempo
poupado com o ciclo rápido da máquina de lavar loiça tem um preço”,
alertou a Which?. “Os nossos testes mostraram que os ciclos rápidos
limpam e secam pior, usam mais energia e água, e acabam por custar mais
do que os ciclos principais ou eco.” Ler mais
Olá IA, adeus número de telemóvel: Já conhece todas as mudanças que o WhatsApp tem para este ano?

A aplicação de mensagens WhatsApp, propriedade da Meta, continua a
apostar em inovações para reforçar a sua posição como líder mundial no
setor, com quase 3 mil milhões de utilizadores registados. Após um 2024
marcado por diversas melhorias e atualizações, o ano de 2025 promete
trazer mudanças significativas à plataforma, com foco na privacidade,
integração de inteligência artificial (IA) e personalização.
Nome de utilizador em vez de número de telefone
Uma das alterações mais aguardadas para este ano é a eliminação gradual
da dependência de números de telefone para a criação e utilização de
contas no WhatsApp. Atualmente, é obrigatório associar um número de
telemóvel à conta, mas esta prática está a ser revista devido ao aumento
da cibercriminalidade.
A solução proposta passa pela adoção de nomes de utilizador
personalizados, semelhante ao que já acontece em redes sociais como
Instagram e X (antigo Twitter). Esta funcionalidade começou a ser
implementada de forma opcional em 2024, mas deverá tornar-se a norma em
2025. Ler mais
O código PIN do seu cartão bancário é um destes? É (mesmo) melhor mudá-lo para se proteger (e ao seu dinheiro)
O PIN do seu cartão de crédito ou débito é a primeira linha de defesa contra usos não autorizados. No entanto, por ser apenas uma combinação de quatro dígitos, torna-se uma chave relativamente fácil de adivinhar, o que representa um risco significativo em termos de cibersegurança. Embora o PIN seja necessário apenas para compras físicas, o seu nível de segurança é baixo, especialmente face às capacidades atuais da inteligência artificial.
Com apenas 10.000 combinações possíveis, um PIN de quatro dígitos
pode ser decifrado rapidamente. Este perigo foi sublinhado por um estudo
realizado por um ex-analista de dados da Facebook, que analisou códigos
de quatro dígitos para identificar os PINs mais comuns. Embora o método
não seja perfeito, pois os dados usados não provêm diretamente de
códigos PIN, os resultados oferecem uma visão preocupante sobre a
vulnerabilidade dos códigos mais utilizados. Ler mais
Barragens portuguesas em “risco” mas “preparadas”, diz ex-bastonário dos Engenheiros. Que zonas correm maior risco de cheias?
As descargas em Espanha, conjugadas com as bacias nacionais, podem fazer o caudal dos rios transbordar e alagar zonas ribeirinhas. Saben...
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Diário da República n.º 50/2025, Série I de 2025-03-12 Lei n.º 24/2025 Assembleia da República Alteração ao Código da Estrada, aprovado pe...
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