quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Apoio à renda. Portal da Queixa recebeu mais de 130 reclamações

 

Conheça as razões.

O Portal da Queixa disse hoje ter recebido mais de 130 reclamações relacionadas com o subsídio mensal de apoio à renda, que visam Autoridade Tributária, Segurança Social e Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).

Entre as principais razões estão benefício não recebido (52,9%) e falta de informação (43,9%), enquanto os erros de cálculo motivaram 3,5% do total, segundo um comunicado hoje divulgado pela plataforma.

De acordo com a análise efetuada, as entidades alvo das reclamações dos consumidores são a AT, SS e IHRU, organismos que, "no período analisado, registaram um total de 296 reclamações, um aumento na ordem dos 119% em comparação com o período homólogo (135)", acrescenta a nota.

 

Sem notas e professores. O Projeto Tumo já chegou a Portugal — e é o futuro do ensino

O projeto nasceu na Arménia em 2011 e já está no terreno em sete países europeus. Porto e Lisboa devem ter os seus próprios centros até 2025.

Um inovador projeto educacional chamado Tumo será lançado em Coimbra já em setembro, oferecendo a 1500 jovens, entre os 12 e os 18 anos, a oportunidade de adquirir competências em diversas áreas relacionadas com a ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática (STEAM).

A iniciativa, liderada por Pedro Santa-Clara, tem como objetivo permitir que os jovens aprendam de forma autónoma e personalizada, promovendo a iniciativa individual, escreve o Público.

Os participantes, provenientes de escolas públicas e privadas da cidade, escolhem três áreas de competência para explorar e trabalhar. Entre as opções, encontram-se animação, desenho, desenvolvimento de jogos, design gráfico, escrita criativa, fotografia, modelagem 3D, motion graphics, música, novos meios de comunicação, programação, realização, robótica e web design. Ler mais

Associações de imprensa e rádio revelam preocupação sobre alterações da lei propostas pela ERC

Em Julho era enviada para a Assembleia da República das propostas de alteração à Lei da Imprensa e à Lei da Rádio pela ERC, que previam, entre outras, a adição do online ao documento legal e a cedência de mais poderes à Entidade Reguladora para a Comunicação Social no que diz respeito às operações de concentração entre operadoras.

Contudo, um conjunto de cinco associações (AIC – Associação de Imprensa de Inspiração Cristã, AID – Associação de Imprensa Diária, API –  Associação Portuguesa de Imprensa, APR – Associação Portuguesa de Radiodifusão e ARIC – Associação de Rádios de Inspiração Cristã) expressa agora as suas preocupações através de comunicado enviado às redacções relativamente às alterações na lei.

“Os documentos devem ser encarados como uma base para a reflexão pela Assembleia da República e que, antes da tomada de qualquer decisão pelo legislador, deverá obrigatoriamente decorrer uma consulta pública, na qual as estruturas representativas dos operadores terão uma palavra a dizer”, lê-se na informação remetida às redacções. Ler mais

Portugueses pedem 900 baixas de curta duração por dia

 


Desde o início de maio já foram pedidas cerca de 79 mil baixas de curta duração através do SNS 24, resultando, em média, em quase 900 consultas por dia nos centros de saúde.

Desde o início de maio já foram pedidas cerca de 79 mil baixas de curta duração através do SNS 24, resultando, em média, em quase 900 consultas por dia nos centros de saúde, notícia esta quinta-feira o Jornal de Notícias (acesso pago), cintando dados dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).

Desde o dia 1 de maio, é possível pedir uma autodeclaração de doença, através do SNS24, para baixas de curta duração (até três dias) que permitem justificar ausências no trabalho A medida visa reduzir a burocracia e a pressão de trabalho nos centros de saúde e, além disso, elimina a necessidade de deslocação do utente a uma unidade de saúde familiar, só para justificar uma ausência curta do local de trabalho. Os SPMS estimam que, por ano, sejam agendadas cerca de 600 mil consultas só para a emissão de certificados de incapacidade temporária de trabalho num período de até três dias. Ler mais

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 Quando o espaço em terra começou a ficar curto, e quando os constrangimentos da aposta na energia eólica começaram a provocar reações negativas mais percetíveis por parte da população, a Dinamarca tomou uma decisão: avançar mar adentro.


Se pensarmos num mapa da aposta na transição enérgica, o país surge, hoje, como um dos principais pontos de referência a nível mundial. O salto que a Dinamarca deu em matéria de produção de energia renovável (a eólica, em concreto) traduz-se num número concreto: 55% da energia consumida tem origem no vento.

É um número que serve de exemplo a outros países, e Portugal ambiciona vir a seguir esse mesmo caminho num futuro próximo. Com uma capacidade já expressiva de produção eólica em terra, o plano do Governo é avançar este ano com o primeiro concurso para a exploração das turbinas no alto mar e o lançamento das bases em terra para uma fileira industrial da nova geração de super-eólicas — precisamente a área em que os dinamarqueses se afirmaram como uma referência mundial. Ler mais

É que a reparação...

Cientistas podem ter descoberto uma nova causa de hipertensão (e já sabem como a tratar)

  Os cientistas descobriram que a área parafacial lateral, no cérebro, causa a constrição dos vasos sanguíneos, o que ajuda a explicar por...