segunda-feira, 10 de outubro de 2022

Meta processa empresas responsáveis por roubar credenciais de WhatsApp

 

O responsável pela app de mensagens já havia avisado os utilizadores para não instalarem versões não autorizadas.

A Meta decidiu processar múltiplas empresas chinesas por desenvolverem versões do WhatsApp responsáveis por recolher dados privados dos respetivos utilizadores.

Estas apps, disponíveis na Play Store da Google em outras plataformas de aplicações, permitiam aos responsáveis instalar software malicioso nos telemóveis dos utilizadores - o qual roubava as credenciais do WhatsApp para enviar mensagens não solicitadas.

“Depois de as vítimas instalarem as Aplicações Maliciosas, eram notificadas a introduzir as credenciais de utilizador do WhatsApp e autenticar o acesso ao WhatsApp nas Aplicações Maliciosas”, pode ler-se na queixa apresentada pela Meta que foi partilhada pelo BleepingComputer.

Notar que, antes destes processos, o responsável pelo WhatsApp, Will Cathcart, havia lançado um aviso aos utilizadores através do Twitter para não instalarem versões não autorizadas da app de mensagens.

 

OCDE destaca que Portugal impôs critérios mais rigorosos para vistos gold

Portugal introduziu critérios mais rigorosos para a obtenção dos chamados "vistos gold", mas mantiveram-se inalterados os montantes limite para o investimento imobiliário, enquanto foram aumentados para outras área de investimentos, refere a OCDE no seu relatório sobre migrações.

No seu mais recente relatório, relativo a 2021, sobre "Perspetivas Migratórias 2022", a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) destaca que desde janeiro deste ano entraram em vigor "requisitos mais rigorosos para a obtenção de um "visto gold".

"As autorizações de residência para investimento deixarão de ser possíveis com base em investimentos imobiliários em Lisboa, Porto, Algarve e litoral. Uma vez adquiridas, as propriedades destinadas à habitação só permitem o acesso a este regime se estiverem localizadas na Região Autónoma dos Açores e da Madeira ou em territórios do interior do país", refere, na parte do relatório referente a Portugal. Ler mais

Carros portugueses são dos mais velhos na Europa



 

Portugal continua a bater recordes na idade média do parque automóvel, com impacto no ambiente e na segurança rodoviária. Nesta edição da Revista ACP, celebramos os 120 anos da 1ª corrida de automóveis em Portugal, estivemos ao volante do novo SUV da Toyota e recordamos uma coleção de clássicos pré-guerra. Ler mais

Os riscos climáticos e ambientais na sustentabilidade das organizações

Os riscos climáticos são uma preocupação atual, que vai aumentar significativamente no futuro.
O tema das alterações climáticas e ambientais, associado à sustentabilidade, é hoje uma preocupação
de todos os responsáveis pelas organizações, assim como para os líderes mundiais.
As alterações do clima, que se vêm agravando nas últimas décadas e cujas evidências foram analisadas, colocam à sociedade um desafio sobre as causas e o papel dos riscos climáticos e ambientais na realidade do setor segurador.
As mudanças climáticas, principalmente aquelas devidas ao aquecimento global, foram, pela primeira vez, alertadas na década de 1950, ou seja, há mais de 70 anos.
As origens e os efeitos das mudanças climáticas à escala global, mesmo sem o consenso dos líderes com responsabilidades políticas para suas determinações causais, são um tema de extrema importância na atualidade.
O objetivo é garantir uma transição de todas as emissões de gases de efeito de estufa, para que se possa conseguir uma neutralidade carbónica até 2050, para que possa ser possível manter o aquecimento global abaixo dos 1,5ºC em relação ao período pré-industrial.

Nas grandes cidades, que se caracterizam pela criação de calor, também a sua densidade construtiva diminui a percolação de água de chuva, e aumenta assim o fluxo ascendente de ventos, o que as torna vulneráveis para efeitos de aquecimento e enchentes.
As secas, ondas de calor, ondas de frio, inundações, tempestades, entre outros eventos climáticos extremos, indicadores de novas dinâmicas atmosféricas, têm causado ao planeta consequências diversas.
O tratamento do risco ambiental não tem sido adequado, e os recentes desastres naturais ocorridos são o exemplo de que poderiam ter sido evitados por avaliações prévias de impactos e análises de risco.
O risco ambiental tem-se manifestado, também, na ocorrência cada vez mais frequente de eventos extremos e abrangentes, cujos resultados em alguns casos têm sido catastróficos para a sociedade, como ainda recentemente, é o caso do Paquistão, onde 1/3 do país esteve submerso, consequência de chuvas de monção recordes e glaciares derretidos nas montanhas, que causaram as piores cheias alguma vez registadas no país, onde morreram mais de 1200 pessoas.
Em termos de garantias e coberturas destes eventos, os níveis de risco de catástrofe natural podem ser de tal forma significativos que não possam ser seguráveis eventos em determinados locais e de circunstâncias identificadas.
Nem todos os desastres naturais têm a sua origem na ação humana, mas o aumento da utilização abusiva dos recursos naturais e da transformação do meio ambiente tem aumentado os seus efeitos sociais e económicos.
O seguro ambiental corresponde à obrigação de reparar ou indemnizar os agentes afetados por parte do agente causador, a fim de possibilitar as correções causadas pelos danos ambientais.
Esta definição está apoiada no princípio do poluidor-pagador e, fundamentalmente, nas ações individuais, a fim de evitar ou restringir comportamentos ou práticas negligentes que possam aumentar ou mesmo concretizar o risco ambiental.
As alterações climáticas são um fenómeno global. Os furacões, sismos e incêndios que afetaram todo o mundo tiveram em 2017 um significado muito maior, com perdas económicas recorde e onde as alterações climáticas assumiram um relevo especial.
A estratégia de transferência de risco, para os seguradores, depois de os mitigar, vem proteger a rentabilidade e capitais contra os riscos catastróficos das organizações.

Em todas as organizações, a continuidade do negócio deve ser uma preocupação das administrações, gerentes e acionistas pois a segurança patrimonial deverá ser, cuidadosamente, analisada em sede de gestão de riscos e na continuidade do negócio, antes de essa catástrofe ocorrer.
São, também, o seguro de vida das empresas a complementar os seguros em vigor a contratação de uma apólice de perdas de exploração, sendo que a mesma deverá garantir, de forma objetiva, quanto aos valores e respetivas coberturas além do período de tempo seguro.
Os seguros de Responsabilidade Civil, seja Ambiental ou não, englobam, por exemplo, os estabelecimentos do tipo I ou II, no Sistema da Indústria Responsável (SIR) estão sujeitos à celebração de seguro de Responsabilidade civil extracontratual, salvaguardando sempre os respetivos capitais mínimos, âmbito da cobertura e demais características intrínsecas a cada organização.
O seguro de Responsabilidade Civil Ambiental garante a responsabilidade administrativa do segurado, por danos causados às espécies e habitats naturais protegidos, danos causados à água e ao solo, ou ameaça iminente de danos resultantes da atividade da organização.
As catástrofes naturais são uma realidade, além de que não há um planeta B.

“Não há sucesso empresarial sem saúde mental e bem-estar dos trabalhadores”. Este guia pode ajudar empresas e gestores

 

A Fundação José Neves (FJN) lança hoje um guia que pretende ajudar as empresas e os gestores a promover o bem-estar dos trabalhadores. Com este guia a fundação do fundador do unicórnio português Farfetch pretende assinalar o Dia Mundial da Saúde Mental.

O “Guia para empresas: como promover o bem-estar e saúde mental dos trabalhadores?” é dirigido a todas as empresas e gestores que queiram melhorar a sua atividade e garantir o bem-estar e a saúde mental dos seus trabalhadores. Este revela que “investir na saúde mental dos trabalhadores pode ter um retorno económico”, sendo que Europa a falta de saúde mental custa anualmente cerca de 240 mil milhões de euros”.

A FJN sublinha que “não há sucesso empresarial sem saúde mental e bem-estar dos trabalhadores. O maior valor das empresas é o capital humano e as pessoas que aí trabalham. Ambientes de trabalho pouco saudáveis e estimulantes e geradores de stress continuam a ser uma realidade persistente nas empresas o que, consequentemente, diminui a produtividade dos trabalhadores e compromete o sucesso das empresas”, explica a fundação. Ler mais

Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra com tratamento cerebral pioneiro

 
O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) anunciou que o seu Centro de Responsabilidade Integrada (CRI) de Psiquiatria vai iniciar, na próxima semana, um tratamento pioneiro de estimulação magnética transcraniana (TMS).

Numa nota de imprensa enviada à agência Lusa, o CHUC explicou que este tratamento pioneiro inicia precisamente a 10 de outubro, Dia Mundial da Saúde Mental.

A estimulação magnética transcraniana é “um dos principais métodos físicos não invasivos, baseado na geração de um campo eletromagnético para modulação da resposta neuronal de determinada área cerebral”.

“O CRI de Psiquiatria do CHUC inicia a sua atividade assistencial implementando protocolos de estimulação magnética transcraniana em doentes com quadros clínicos crónicos e refratários de depressão major e na perturbação obsessivo-compulsiva, sendo a equipa do CRI de Psiquiatria pioneira nesta intervenção a nível nacional no Serviço Nacional de Saúde”, destacou. Ler mais

 

Aproveitou o bom tempo de fim de semana? Então prepare-se para chuva e descida de temperatura

 
O tempo vai mudar e esta semana arranca com chuva e uma descida global das temperaturas, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera. “Céu geralmente muito nublado, diminuindo a nebulosidade a partir da tarde. Períodos de chuva, em especial no Norte e Centro, passando a aguaceiros”, refere o IPMA, que salienta a “descida da temperatura máxima, em especial no interior Norte e Centro”.

Espera-se que a precipitação, esta segunda-feira, abranja boa parte do país, o que poderá ajudar a contrariar o enorme déficit hídrico que Portugal atravessa – no entanto, segundo os especialistas, será insuficiente para amenizar o cenário de seca.

Para amanhã estão previstos períodos de céu muito nublado e a possibilidade de aguaceiros, mais prováveis no interior e na região Sul, ainda que seja expectável uma subida da temperatura máxima, em particular nas regiões Norte e Centro. Ler mais

Barragens portuguesas em “risco” mas “preparadas”, diz ex-bastonário dos Engenheiros. Que zonas correm maior risco de cheias?

  As descargas em Espanha, conjugadas com as bacias nacionais, podem fazer o caudal dos rios transbordar e alagar zonas ribeirinhas. Saben...