Um biossensor portátil desenvolvido por investigadores da Universidade de La Trobe, na Austrália, poderá vir a transformar a forma como é detetada a contaminação da água por PFAS — substâncias tóxicas conhecidas como “químicos eternos” devido à sua elevada persistência no ambiente.
O dispositivo permite identificar, no próprio local, a presença destas substâncias, dispensando o envio de amostras para laboratórios especializados, um processo habitualmente dispendioso e demorado. A tecnologia foi concebida para detetar substâncias per- e polifluoroalquiladas (PFAS), um vasto grupo de mais de 15 mil compostos sintéticos utilizados, entre outros, em espumas de combate a incêndios, embalagens alimentares e tecidos impermeáveis. Ler mais

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