Os jovens com maior exposição a conteúdos prejudiciais online e a cyberbullying tendem a ter pior saúde mental, revelando mais intenções suicidas, mais vergonha e menor satisfação com a vida em geral.
Jovens entre os 10 e os 21 anos foram expostos ‘online’ a discursos de ódio, violência, informação sobre automutilação ou suicídio de forma involuntária, pois a maioria (61,1%) não procurou esses conteúdos, revela um estudo divulgado esta quinta-feira.
“Há uma grande prevalência de exposição a experiências negativas, mas não é intencional. Nesta amostra representativa, 61,1% dos jovens nunca procuraram esse tipo de conteúdos e 67,1% afirmaram ter ficado perturbados”, adiantou a investigadora Mariana Rodrigues, da Faculdade de Psicologia e de Ciências das Educação da Universidade do Porto (FPCEUP). Ler mais

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