sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

Priorizar acesso à universidade a alunos carenciados levou mais candidatos a áreas de Ciências e Tecnologia

 
Medida criada há um ano ainda só chegou a 43% dos que podiam candidatar-se a entrada prioritária, revela análise aos efeitos da medida. Ao SAPO, coordenadores do think tank EDULOG e do estudo em causa explicam o potencial do contingente prioritário e deixam recomendações para melhorar eficácia.

Só 43% dos estudantes de escalão A elegíveis para o novo contingente prioritário de acesso ao ensino superior deram seguimento a esse apoio no ano letivo de 2023/24, com a medida a aumentar em 10 pontos percentuais a probabilidade de admissão de alunos carenciados e em 2,8 pontos percentuais a probabilidade de acesso a programas seletivos. Sem este contingente, revela o novo estudo do EDULOG, o think tank da Fundação Belmiro de Azevedo que analisa o impacto do contingente prioritário pelo governo, 41% dos estudantes com escalão A que ativaram este caminho não teriam ingressado no ensino superior, na opção em que foram colocados. Ler mais

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