Por
todo o país, os balcões da Autoridade Tributária só estão a atender por
marcação, com base numa norma que existe desde 2014, mas que só começou
a ser implementada no período da pandemia. A Ordem dos Advogados (OA)
entende que há “uma clara violação da lei, que resulta da falta de meios
e recursos humanos nos serviços, e que compete ao Ministério das
Finanças solucionar”. Os contabilistas queixam-se da impossibilidade de
resolver questões complexas através do atendimento online e da
morosidade nas marcações. Acesso pago
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