quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Um rombo no porta-aviões (de 600 gigabytes)

Quando a TAP adiantou que foi alvo um um ciberataque, a 26 de agosto, temeu-se que este comprometesse as operações da empresa, mas a companhia apressou-se a garantir que "a integridade operacional estava garantida" e que "não havia risco para a segurança de voo".

Os mecanismos de segurança foram "prontamente acionados e os acessos indevidos bloqueados". Além disso, "não foi apurado qualquer facto que permita concluir ter havido acesso indevido a dados de Clientes", acrescentava.

Só que não a realidade viria a provar o contrário.

Semanas depois, a 13 de setembro, deu-se o primeiro "leak". Moradas, números de telefone e nomes de 115 mil clientes da TAP foram publicados nessa segunda-feira à noite pelo grupo de piratas informáticos Ragnar Locker na Dark Web. Ler mais

 

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