Fundamentais para o tratamento da depressão quando foram lançados na década de 1980, os ISRS (Inibidor seletivo de recaptação de serotonina) tornaram-se um dos pilares do tratamento da saúde mental. Em 2019, um em cada oito americanos (num total de 43 milhões) estavam a tomar ISRS, um número que provavelmente terá aumentado entre um público que ‘atravessou’ a pandemia da Covid-19.
No entanto, um estudo recente apontou que apenas 15% dos pacientes
obtêm mais benefícios ao tomar o medicamento do que placebo – além do
mais, os sintomas de abstinência para utilizadores de longo prazo pode
ser mais graves, piores até do que o distúrbio original. Segundo dados
do CDC (Centro de Controlo e Prevenção de Doenças), dos Estados Unidos,
mais de 60% dos americanos que usam ISRS tomam os medicamentos há mais
de dois anos e seis milhões há mais de uma década. Alguns pacientes
permanecem no ISRS simplestemente para evitar os sintomas de abstinência. Ler mais

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