quarta-feira, 22 de novembro de 2023

É oficial. Funcionários públicos vão (mesmo) receber mais em 2024

 

Atualização salarial dos trabalhadores da administração pública para o próximo ano é de um mínimo de cerca de 52 euros ou de 3%.

Foi publicado esta quarta-feira, em Diário da República, o decreto-lei que aprova as medidas de valorização dos trabalhadores da Função Pública. Em causa estão aumentos de um mínimo de cerca de 52 euros ou de 3% que entram em vigor a partir de 1 de janeiro de 2024.

"A remuneração base mensal dos trabalhadores que auferem uma remuneração entre (euros) 769,20 e (euros) 1.754,49 é atualizada em (euros) 52,63. A remuneração base mensal dos trabalhadores que auferem uma remuneração igual ou superior a (euros) 1.754,50, é atualizada em 3%", pode ler-se no documento. Ler mais

 

Famílias em dificuldades fazem disparar pedidos à banca: renegociações já representam 40% dos novos créditos à habitação

A percentagem de créditos à habitação já renegociados ascendeu a 40,2% e 41,8% em agosto e setembro último, os valores mais elevados do ano: de acordo com o jornal ‘Público’, nesses dois meses foram renegociados perto de 1.477 milhões de euros de crédito, o que perfaz um total de 5.326 milhões de euros em 2023. Os números são esclarecedores sobre a dificuldade das famílias em suportar o atual nível das taxas de juro.

Nos cinco maiores bancos – CGD, BCP, Santander, BPI e Novo Banco -, até setembro, foram renegociados mais de 100 mil créditos à habitação, um número que vai continuar a subir nos próximos meses. O risco da carteira de crédito levou mesmo o Banco de Portugal a impor a criação de uma reserva de capital suplementar aos principais bancos nacionais. “A medida tem uma natureza preventiva e visa aumentar a resiliência das instituições visadas, face a uma potencial deterioração das condições económicas e/ou a uma eventual correção significativa inesperada dos preços do imobiliário residencial”, referiu o órgão regulador. Ler mais

Jovens estão mais insensíveis, violentos e com maior sensação de impunidade no pós-pandemia, denuncia relatório

 

Os jovens estão mais insensíveis aos demais, mas, sobretudo, mais violentos, de acordo com os dados do segundo relatório da Comissão de Análise Integrada da Delinquência Juvenil e da Criminalidade Violenta: apesar de não haver um aumento exponencial de casos após a pandemia da Covid-19, os especialistas alertaram que a severidade da violência dos jovens aumentou, com mais recurso a armas, sendo que o respeito pela vida do outro diminuiu.

O relatório apontou que “de forma generalizada, foi sublinhada a existência de sinais de agravamento da realidade em termos pós-pandémicos, com maior agitação, menor tolerância, maiores níveis de agressividade, nomeadamente por parte de crianças/jovens no contexto escolar”, sublinhando, referiu o jornal ‘Público’ esta quarta-feira, que se encontram “sentimentos de impunidade por parte dos jovens que cometem atos de delinquência”. Ler mais

Setor social com “muitas dificuldades” face aos muitos pedidos de ajuda e baixas comparticipações

 


As instituições do setor social estão a passar por "muitas dificuldades", denunciam as misericórdias e as instituições de solidariedade, que esperam que o Estado aumente o valor das comparticipações.

As instituições do setor social estão a passar por “muitas dificuldades”, denunciam os representes das misericórdias e das instituições de solidariedade, que esperam que o Estado aumente o valor das comparticipações para fazer face aos crescentes pedidos de ajuda.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) disse ser evidente que “as instituições estão com muitíssimas dificuldades”, enquanto o presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) relatou como “sem exceção” todas as misericórdias “têm dito que não vão conseguir aguentar porque já estão no limite”. Ler mais

Universidade Europeia Online tem novo diretor e quer aumentar alunos em 50%

 Thiago Santos, especializado na área da Gestão do Desporto, professor na Europeia há quatro anos, é o novo diretor da faculdade online. Ao JE revela o caderno de encargos para o consulado: aumentar o número de alunos e a oferta e continuar a manter a qualidade do ensino-aprendizagem. 

Thiago Santos é o novo diretor da Faculdade Online da Universidade Europeia, revela o próprio ao Jornal Económico.

Especializado na área da Gestão do Desporto, em que é doutorado pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, entrou para a Europeia há quatro anos, como docente. Aí coordenou a licenciatura de Gestão do Desporto e foi responsável pela proposta de acreditação do mestrado com o mesmo nome. Mas a Faculdade Online não lhe é estranha. É um grande impulsionador e tem-se distinguido como membro ativo na construção de programas. Ler mais

 

Portugal tem 8,5% de jovens que não estudam nem trabalham

 

Portugal tem 8,5% de jovens que não estudam, não trabalham e não estão a frequentar uma ação de formação, conhecidos como "jovens Neet", revelou hoje à Lusa o secretário de Estado do Trabalho.

“Neste momento estamos com 8,5% de jovens entre os 15 e os 29 anos classificados como “jovens Neet”, jovens que não trabalham, não estudam, nem frequentam qualquer ação de formação e, portanto, estão numa situação de não-ocupação”, disse Miguel Fontes, no final da conferência internacional “Trabalhar em conjunto para oferecer um futuro melhor para os jovens no Mediterrâneo”, em Matosinhos, no distrito do Porto.

O número de “jovens Neet” diminuiu de forma significativa, depois de em 2015 se situar nos 13,2%, adiantou Miguel Fontes, acrescentando que de entre as faixas etárias dos “jovens Neet”, entre os 15 e os 29 anos, a dos 25 aos 29 anos é a que tem maior percentagem. Ler mais

 

Imprensa Escrita - 22-11-2023





 

Governo quer que um único herdeiro possa desbloquear heranças indivisas

  A proposta pretende desbloquear os impasses causados pelos conflitos entre os herdeiros e permitir a entrada de mais casas no mercado de...