segunda-feira, 4 de setembro de 2023

"Que sabe Centeno?!"


 "70 mil famílias poderão" vir a ter dificuldades com crédito à habitação

O governador do Banco de Portugal (BdP) defendeu hoje o papel dos apoios públicos e da banca, aliado à poupança, para prevenir incumprimentos nos pagamentos dos empréstimos das famílias e recomendou a redução do peso da despesa do Estado.

 Numa análise ao atual momento da economia, publicada pelo supervisor bancário, o governador, Mário Centeno, alerta que no final deste ano, "cerca de 70 mil famílias poderão vir a ter despesas com o serviço do crédito à habitação permanente superiores a 50% do seu rendimento líquido", recordando que "no final 2021, já eram 36 mil famílias".

"O reforço da poupança e a redução do endividamento, bem como os apoios públicos e o papel do setor bancário na prevenção do incumprimento podem mitigar estes riscos", aponta.

A cerca de um mês da entrega do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), na publicação intitulada "encruzilhada de políticas", o antigo ministro das Finanças considera que "a política orçamental deve continuar a orientar-se pela noção de que não se alterou aquilo que há cinco anos não era financiável".

Numa altura em que a revisão das regras orçamentais de Bruxelas está em discussão, mas a proposta da Comissão Europeia dá mais peso à evolução da despesa primária, Mário Centeno recorda que "o peso da despesa permanente na economia continua acima de 2019", defendendo que "deve reduzir-se para garantir a sustentabilidade ao longo do ciclo económico".

Depois de traçar um retrato positivo da evolução do país desde 2015, Mário Centeno argumenta que "a conclusão da recuperação da crise pandémica, o arrefecimento da inflação e a necessidade de encontrar as fontes de crescimento nos fatores estruturais fazem de 2023 um ano charneira".

Novos radares ‘já rendem’: em apenas 24 horas foram apanhados seis mil condutores em excesso de velocidade. Estado embolsa pelo menos 360 mil euros

 

Os novos radares, que entraram em funcionamento no passado dia 1, apanharam, em apenas 24 horas, seis mil condutores em excesso de velocidade. De acordo com a edição desta segunda-feira do ‘Correio da Manhã’, o Estado amealhou 360 mil euros com o ‘pé pesado’ dos condutores.

Recorde-se que foram instalados 37 novos radares, que foram ‘reforçar’ os 61 já existentes, geridos pela Autoridade de Segurança Rodoviária (ANSR). Os novos radares, dos quais 12 medem a velocidade média, foram instalados em zonas de maior sinistralidade rodoviária, sendo que a velocidade excessiva revelou-se uma das causas dos acidentes.

De acordo com as contas do jornal diário, se cada condutor pagar a multa mais pequena (60 euros), caso tenha sido apanhado a mais de 20 km/h do que o permitido, o Estado vai, pelo menos, encaixar 360 mil euros.

Os cinco radares que registam mais infrações estão instalados na EN125 (Faro), na A1 (Coimbra), na A4 (Matosinhos), na A29 (Vila Nova de Gaia) e na A23 (Vila Nova da Barquinha) – os cinco, combinados, já apanharam cerca de 670 mil condutores desde 2018 e junho de 2023.

Governo estuda novos apoios de combate à inflação

 


Ministra da Presidência revela que o Executivo está “neste momento a fazer a reflexão” sobre que eventuais "novos instrumentos têm de ser desenvolvidos”. 

A cerca de um mês da entrega do Orçamento do Estado para 2024, Mariana Vieira da Silva não avança detalhes sobre que medidas serão anunciadas. No entanto, admite que o Governo que está estudar novas medidas para mitigar o impacto da subida dos preços.

Em entrevista ao Jornal de Negócios, a números dois de António Costa afirma que o Executivo está “neste momento a fazer a reflexão” sobre que apoios continuam necessários, “eventualmente que novos instrumentos têm de ser desenvolvidos” e quais é que já não são necessários. “Este é o momento do trabalho interno do Governo para a preparação do Orçamento e cá estaremos a partir de 10 de outubro para o apresentar”, referiu a governante em declarações ao jornal. Ler mais

 

The AI Act needs a practical definition of ‘subliminal techniques’

 


While the draft EU AI Act prohibits harmful ‘subliminal techniques’, it doesn’t define the term – we suggest a broader definition that captures problematic manipulation cases without overburdening regulators or companies, write Juan Pablo Bermúdez, Rune Nyrup, Sebastian Deterding and Rafael A. Calvo.

Juan Pablo Bermúdez is a Research Associate at Imperial College London; Rune Nyrup is an Associate Professor at Aarhus University; Sebastian Deterding is a Chair in Design Engineering at Imperial College London; Rafael A. Calvo is a Chair in Engineering Design at Imperial College London.

If you ever worried that organisations use AI systems to manipulate you, you are not alone. Many fear that social media feeds, search, recommendation systems, or chatbots can unconsciously affect our emotions, beliefs, or behaviours.

The EU’s draft AI Act articulates this concern mentioning “subliminal techniques” that impair autonomous choice “in ways that people are not consciously aware of, or even if aware not able to control or resist” (Recital 16, EU Council version). Article 5 prohibits systems using subliminal techniques that modify people’s decisions or actions in ways likely to cause significant harm. (...)

Diesel com os dias contados?


Os números mostram que as vendas de elétricos já ultrapassarem as dos carros a gasóleo.

Vendas de automóveis elétricos

As vendas de carros elétricos continuam a crescer. Só no primeiro semestre de 2023 foram vendidos 18 222 veículos elétricos, um valor que garantiu a este tipo de automóveis uma quota de mercado de 15,5% neste período. Como termo de comparação, em 2022 o seu «peso» no mercado nacional foi de 11,4%.

Em comparação no período homólogo os automóveis com motor a gasóleo viram a sua quota de mercado descer para os 13%.

Entre as marcas que venderam mais carros elétricos a Tesla lidera. Em junho a marca de Elon Musk vendeu 862 automóveis em Portugal, seguida pela Peugeot, com 365 unidades, e pela Mercedes-Benz, com 282 automóveis elétricos vendidos. Ler mais

Several French media block OpenAI’s GPTBot over data collection concerns

 

Following steps by many English-language media, a series of French media groups including Radio France and France24 have decided to block a feature by OpenAI’s GPTBot from collecting their content online.

Artificial intelligence (AI) research and deployment company OpenAI is best known as the creator of ChatGPT, the generative AI tool that made a splash following its launch in November 2022, gathering over 100 million users in its first two months of public release.

GPTBot is the Microsoft-backed company’s web crawler, which scrapes publicly accessible data online to feed into efforts to improve ChatGPT’s accuracy – which may include copyrighted material. The chatbot uses a deep-learning language model for language processing and text generation.

A blog post by OpenAI says that “allowing GPTBot to access your site can help AI models become more accurate and improve their general capabilities and safety”. On 8 August, the company announced that the tool will automatically collect data from the entire internet, to train its GPT-4 and GPT-5 models. (...)

DSA enforcement, German data strategy


 “We are working hard on this @ThierryBreton”

– wrote Elon Musk, owner of X, on 25 August, the day of the Digital Services Act enforcement.

Story of the week: While the European Commission’s directorate in charge of implementing the Digital Services Act (DSA) has yet to be finalised, the new team is already besieged by challenges, including legal complaints, NGOs’ demands and alleged technical limitations. The legal complaints were filed to the Court of Justice of the European Union in June by Zalando and in July by Amazon. A group of 56 civil society organisations issued a letter to the Commission regarding election manipulation on 23 August. Eventually, the Computer & Communications Industry Association sent a letter on 29 August, focusing on legal and technical issues of the current Transparency Database. Read more.

Don’t miss: Germany launched a new data strategy to untap the potential of data by using it more effectively, as the Ministry of Economy discovered that 80% of industrially generated data is not used further. “So far, data has far too often remained unused and thus lacked digital innovation. This applies to industrial as well as public data. We want and need to change that,” Digital Minister Volker Wissing emphasised. The new National Data Strategy builds on the existing Data Strategy 2021 and aims to strengthen digital innovation and improve German competitiveness.” The data strategy complements the requirements from Europe and now forms the second important guideline for data policy – with clear timelines and mandates for action for us in Parliament and the German government,” Green MP Tobias Bacherle told EURACTIV. Read more.

Barragens portuguesas em “risco” mas “preparadas”, diz ex-bastonário dos Engenheiros. Que zonas correm maior risco de cheias?

  As descargas em Espanha, conjugadas com as bacias nacionais, podem fazer o caudal dos rios transbordar e alagar zonas ribeirinhas. Saben...