segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Au programme pour l’agroalimentaire : lobbying sur l’étiquetage, validation des plans stratégiques nationaux et absorptions carbone

 

Entre la validation tant attendue des plans stratégiques nationaux de la Politique agricole commune (PAC) et les préoccupations relatives aux engrais et au fourrage, cet automne promet d’être chargé pour le secteur agricole de l’UE. Nos journalistes agriculture se penchent sur les principaux dossiers à suivre au cours des prochains mois.

Plans stratégiques nationaux

Un premier groupe de plans stratégiques nationaux des États membres élaborés dans le cadre de la Politique agricole commune a été validé mercredi (31 août).

L’objectif de ces plans est de permettre aux États membres d’établir un plan d’action adapté à leurs besoins pour atteindre les neuf objectifs de la nouvelle réforme de la PAC. Cependant, la guerre en Ukraine a bouleversé le processus de conception et de validation des plans, qui avaient été soumis à la Commission avant le début de l’invasion russe le 24 février. (...)

Les producteurs européens de fruits et de légumes tentent de sauver leurs récoltes alors que les prix de l’énergie s’envolent

 La hausse des factures d’énergie menace le secteur horticole de l’Union européenne qui cherche à sauver ses produits à l’approche de la saison des récoltes. Cette situation menace  les cultures et conduit certains producteurs à s’interroger sur l’avenir du secteur.

Alors que le débat au niveau européen a globalement été dominée par les produits laitiers et les céréales, le secteur des fruits et légumes reste « essentiel pour assurer la sécurité alimentaire de l’UE », estime Luc Vanoirbeek, président du groupe de travail sur les fruits et légumes de l’association des agriculteurs européens COPA-COGECA.

« Beaucoup de personnes dépendent de ce secteur — mais nous devons survivre cette année », a-t-il confié à EURACTIV, soulignant que si les coûts de production ont explosé pour atteindre un niveau record, les prix des produits « ne suivent pas ». (...)

Mercado imobiliário já está a mudar: Já se fazem menos novos créditos e opções voltam-se para a periferia


 O mercado imobiliário está a enfrentar um dos maiores desafios da última década, com a subida das taxas de juro por parte do BCE a pressionares um setor que se encontrava em alta. Agora, com o recente cenário, os novos empréstimos abrandaram e as pessoas voltaram a escolher as periferias.

De acordo com os dados do Banco de Portugal (BdP) e do Instituto Nacional de Estatística (INE), relativos a julho, analisados pelo ‘Público’, mostram que os bancos concederam 1.345 milhões de euros de crédito à habitação, menos 57 milhões de euros do que em junho. Já o valor da avaliação dos imóveis para efeitos de concessão de crédito subiu em julho mais 10 euros, para 1417 euros m2, e o número de avaliações caiu 6%, para 28.635, em comparação com o período homólogo. Ler mais

4 consequências graves de não pagar um empréstimo

 O crédito malparado continua a ser uma realidade em Portugal, mesmo após o pico da crise económico-financeira. Para os que acham que os problemas só acontecem aos outros, este é o artigo ideal. Para quem acredita que pode simplesmente deixar de liquidar as prestações de um empréstimo e que nada vai acontecer, desmitificamos quatro consequências graves de não pagar o seu empréstimo. 

 As garantias por detrás de um empréstimo

Um empréstimo é considerado com garantia quando quem o solicita oferece o bem que é alvo do crédito como colateral para a instituição financeira. É o caso do crédito hipotecário para comprar casa, se a pessoa em questão deixar de pagar, a casa fica para o banco. Pelo contrário, num empréstimo sem garantia, como o próprio nome indica, assume-se a boa reputação e a confiança no devedor como salvaguarda.

Porém, na hora de contratar um empréstimo com uma instituição financeira, esta tem obviamente de ter garantias de que vai receber o montante de capital que emprestou de volta mais os juros. Se assim não fosse, não haveria empréstimos – parece intuitivo. Ler mais

Reformas. Eugénio Rosa acusa Governo de "violar a lei das pensões"

Em causa estão as alterações à lei das atualizações automáticas das pensões em 2023.

“António Costa tem uma política de dois pesos e duas medidas” na aplicação da lei das reformas, alerta Eugénio Rosa. “Quando a aplicação da Lei 53-B/2006 determinava aumentos de miséria e subidas de zero, a lei era ‘boa’ e manteve-a em vigor. Agora que a lei determina subidas mais elevadas nas pensões, compensando os aumentos de miséria, a lei já não serve”, refere o economista, criticando o argumento que é usado de que “pode pôr em perigo a sustentabilidade da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações”, o que no seu entender “é falso”. 

Em causa está o atual mecanismo de atualização das pensões que tem em conta o crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB) dos últimos dois anos, terminados no terceiro trimestre e a variação média dos últimos 12 meses do Índice de Preços no Consumidor (IPC), sem habitação, divulgada em dezembro. No entanto, esta fórmula determina atualizações de valor diferente consoante aquela média de crescimento do PIB seja inferior a 2%, entre 2% e 3% ou superior a 3%. Ler mais

Mais de mil aceleras por dia apanhados pelos radares: velocidade máxima detetada foi de 284 km/h

 

Nos primeiros seis meses do ano, os radares registaram 186.954 infrações de excesso de velocidade: ou seja, mais de mil pessoas (1.038) em média por dia, segundo revelou esta 2ª feira o ‘Jornal de Notícias’. Os dados da Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária (ANSR) apontam para uma subida de entre 20% e 44% quando comparados com 2021 e 2019, respetivamente.

A velocidade máxima detetada foi de 284 quilómetros por hora, revelou igualmente o Sistema Nacional de Controlo e Velocidade da rede Sincro – deu-se na A1, a 30 de janeiro, em São João da Talha, no concelho de Loures.

As infrações nos primeiros seis meses do ano são superiores ao período da pré-pandemia mas não superam as de 2020, ano em que houve 257.560 registos de excesso de velociade.Ler mais

Federação Académica do Porto diz que estudantes do ensino superior "estão colocados, mas desalojados"

 
Presidente da Federação Académica do Porto diz que preços elevados dos alojamentos "mantêm-se, o número de quartos disponíveis está a diminuir com a retoma do turismo e o impacto da presente inflação não é previsível".

A presidente da Federação Académica do Porto (FAP), Ana Gabriela Cabilhas, manifestou-se esta segunda-feira "preocupada" com a falta de alojamento para os estudantes que chegam ao ensino superior, referindo que "estão colocados, mas desalojados".

"Os pedidos de ajuda com o alojamento multiplicam-se numa caixa de entrada que não consegue acudir todos os estudantes. Os preços elevados mantêm-se, o número de quartos disponíveis está a diminuir com a retoma do turismo e o impacto da presente inflação não é previsível, nomeadamente nas empreitadas das residências já calculadas no PPR [Plano de Recuperação e Resiliência]", afirmou. Ler mais

Os brinquedos vão ter regras de segurança mais apertadas

  Novo regulamento foi aprovado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho Europeu. Prioridade é proteger as crianças dos químicos. ...