quinta-feira, 22 de abril de 2021

UE já tem regras para decidir o que são investimentos “verdes”, mantém tabu sobre gás e nuclear

 


Na prática, trata-se de uma espécie de guia de normas para classificar quais são, e não são, os investimentos "verdes" em vários setores, da indústria aos transportes. 

 A Comissão Europeia anunciou esta quarta-feira a adoção de um “ambicioso e abrangente pacote de medidas destinadas a melhorar o fluxo de fundos para atividades sustentáveis em toda a União Europeia”. No centro deste pacote está o chamado “ato delegado relativo à taxonomia da UE no domínio climático”, que visa apoiar o investimento sustentável ao esclarecer quais são as atividades económicas que mais contribuem para a realização dos objetivos ambientais da UE.

Na prática, trata-se de uma espécie de guia de normas para classificar quais são, e não são, os investimentos “verdes” em vários setores, da indústria aos transportes e, assim, tentar combater o greenwashing. No entanto, ficaram ainda por tomar decisões-chave sobre rotular a energia nuclear e as centrais elétricas a gás natural como “verdes”. Ler mais

Dia Mundial da Terra. Quanto custa salvar o planeta? O que podemos fazer por ele?


Salvar a quantidade e a diversidade da vida na Terra pode custar 80 mil milhões de euros por ano, dizem os cientistas norte-americanos, que acreditam que a sociedade enfrentará, na próxima década, a primeira catástrofe da biodiversidade causada pelo homem.

Uma equipa de ecologistas da Universidade do Arizona, que inclui 19 autores internacionais, avançou, por ocasião do Dia Mundial da Terra, com uma nova e ousada proposta de política científica para reverter a maré, chamada ‘A Global Deal for Nature (GDN)’, com o objetivo de salvar a diversidade e abundância da vida na Terra, que representa custos na ordem dos 80 mil milhões de euros por ano.

“Não é um valor alto”, advertiu um dos cientistas, Greg Asner, ao ‘Economic Times’, sublinhando que, só em 2018, as duas empresas mais lucrativas dos Estados Unidos, a Apple e a Berkshire Hathaway, quase igualaram esse valor. Ler mais

Nova agenda do Consumidor Europeu: O confronto com a inteligência artificial


A vertiginosa evolução  da Inteligência Artificial (IA) transformará deveras a vida de cada um e todos:

-  os cuidados de saúde (a saber, um diagnóstico mais preciso  a fim de permitir uma mais adequada prevenção de doenças),

-  o incremento dos índices de eficiência da agricultura,

-  a contribuição para mitigar e para uma mais adequada  adaptação às alterações climáticas,

-  a melhoria da eficiência dos sistemas de produção através da manutenção preditiva

-  o acréscimo da segurança dos europeus e ainda

-  “de muitas outras formas que só agora podemos começar a imaginar”. Ler mais

 


 Projecto com o apoio do Fundo do Consumidor

quarta-feira, 21 de abril de 2021

XXII Encontro Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor


 

Novos desafios do Consumo Digital: Ecos da União Europeia e o Quadro Nacional

 


Doutora Susana Almeida

É já amanhã, 22 de Abril, às 17.00 horas...

Quinta às Cinco...

Com a Ordem dos Advogados / Conselho Regional de Coimbra

Conselho e Parlamento Europeu chegam a acordo sobre neutralidade climática em 2050

 
A presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (EU) e o Parlamento Europeu chegaram hoje a um acordo político provisório que legisla o objetivo da neutralidade climática da União Europeia (UE) em 2050.

“Os negociadores do Conselho Europeu [ao qual Portugal preside] e do Parlamento Europeu chegaram a um acordo político provisório que legisla o objetivo da neutralidade climática da União Europeia em 2050 e a meta de redução coletiva líquida das emissões de gases com efeito de estufa (emissões após a dedução de remoções) em pelo menos 55% no ano de 2030, por comparação com 1990”, pode ler-se no comunicado. Ler mais

 

Fim dos mestrados integrados faz disparar novos cursos. Objetivo é também atrair alunos estrangeiros

Com o fim dos mestrados integrados já neste ano, as universidades estão a desdobrar as formações. A Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) tem em cima da mesa 121 pedidos de acreditação. O objetivo é refinar a oferta e atrair mais estudantes — sobretudo internacionais, como conta o ‘Jornal de Notícias’.

 Os mestrados integrados, uma oferta exclusiva das universidades, uniam uma licenciatura a um mestrado, sempre dentro do mesmo curso, com um total de 300 a 360 créditos. A transposição de uma diretiva europeia levou a que, há três anos, o ministro do Ensino Superior pusesse fim a este ciclo de estudos, argumentando que restringem a mobilidade dos alunos (o mestrado integrado tinham uma maior duração que os outros ciclos, mantida quase sempre na mesma instituição). Ler mais

Barragens portuguesas em “risco” mas “preparadas”, diz ex-bastonário dos Engenheiros. Que zonas correm maior risco de cheias?

  As descargas em Espanha, conjugadas com as bacias nacionais, podem fazer o caudal dos rios transbordar e alagar zonas ribeirinhas. Saben...