De acordo com o estudo, não há provas de que o molnupiravir tenha
produzido variantes mais perigosas da Covid-19 mas as mutações
aumentaram a diversidade genética do vírus na natureza e forneceram mais
opções para a evolução futura. “As pessoas têm algumas preocupações
sobre o molnupiravir e, em certo sentido, isto torna-as mais concretas”,
referiu Theo Sanderson, principal autor do estudo. “Sabemos que estes
vírus podem ainda estar vivos após um número significativo de mutações e
ainda podem ser transmissíveis em alguns casos.” Ler mais
terça-feira, 26 de setembro de 2023
Covid-19: uso de antivirais como o molnupiravir pode estar a alimentar a evolução do vírus, garante estudo
Um medicamento antiviral usado para tratar
pacientes com Covid-19 pode estar a causar mutações no vírus e a
alimentar a evolução de novas variantes, alertou esta terça-feira um
estudo do Instituto Francis Crick, em Londres. O molnupiravir, que
também é vendido sob a marca Lagevrio, foi concebido para transformar o
coronavírus até à sua destruição, no entanto os investigadores
encontraram evidências de que o vírus pode, por vezes, sobreviver ao
tratamento numa versão mutada que depois se espalha por outras pessoas.
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