Foi em julho do ano passado que, depois de praticamente três anos
consecutivos com o stock estagnado na casa dos 12 mil milhões de euros,
os Certificados de Aforro deram o salto para os seus tempos de glória,
impulsionados pela subida da Euribor a três meses, que fez com que a
remuneração daquele produto atingisse o seu máximo de 3,5%, aos quais
acresciam prémios de permanência de até 1%. De lá para cá, estes títulos
de dívida pública têm vindo a ganhar terreno junto das famílias, com o
total de poupança aplicada a ascender a 33,2 mil milhões de euros em
junho - um aumento de 157% comparativamente com o mesmo mês de 2022. Ler mais
terça-feira, 25 de julho de 2023
Juro mais baixo faz cair 70% procura por certificados de aforro
Total da poupança dos portugueses aplicada em certificados de aforro
continuou a crescer no mês passado, mas em menos 1,5 mil milhões de
euros face à subida de maio. Travagem acontece no mês em que a nova
série F, com juros mais baixos, começou a ser comercializada.
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