A Série F dos Certificados de Aforro, disponível desde dia 5, oferece
uma taxa de juro de 2,5%, menos um ponto percentual do que a edição
anterior, mas também prémios de permanência mais modestos e maturidades
mais longas. Ainda assim, este continua a ser um instrumento de poupança
interessante face à oferta de produtos com capital garantido na banca
nacional, que anunciou, entretanto, depósitos a prazo com juros mais
altos do que os praticados até agora. O economista e professor da Porto
Business School, Filipe Grilo, falou com o DN/Dinheiro Vivo sobre a
motivação do governo para alterar as condições da Série E, a literacia
financeira em Portugal e outras opções de investimento. Ler mais
segunda-feira, 12 de junho de 2023
Filipe Grilo: "Pode haver algum receio de instabilidade financeira nos bancos mais pequenos"
O economista e professor da Porto Business School vê na decisão de
reduzir a taxa de juro dos Certificados de Aforro um "suicídio
político", que justifica como forma evitar uma fuga de depósitos das
instituições de menor dimensão
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