Segundo revelou esta segunda-feira o ‘Diário de Notícias’, a
professora foi testemunha de um processo disciplinar movido pela
Universidade de Lisboa ao professor assistente Miguel Lemos, uma das
vozes mais ativas no apoio aos estudantes na denúncia de assédio, e
afirmou categoricamente que o decano pressionou a dirigente associativa,
que, em conversa, revelou que a Associação Académica “estava a sofrer
pressões”, apontando o nome do catedrático como o autor das mesmas. Ler mais
segunda-feira, 21 de novembro de 2022
Houve pressões para silenciar queixas de assédio na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, denuncia professora
As queixas de assédio contra professores na Faculdade de Direito da
Universidade de Lisboa (FDUL) terão sido ‘silenciadas’ devido à pressão
de Miguel Teixeira de Sousa, professor catedrático da faculdade, que foi
acusado por uma professora de ter pressionado a presidente da
Associação Académica, Catarina Preto, para que estas não fossem tornadas
públicas.
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