Os anúncios passarão a ser proibidos em
autocarros, abrigos e ecrãs em locais públicos a partir de 2024.
Contudo, a medida tem gerado alguma indignação por parte dos produtores,
que acusam a autarquia de “ir longe demais no que diz às pessoas que é
melhor para elas”, refere o The Guardian.
«A medida não se refere ao que as pessoas cozinham nas suas casas. Se quiserem continuar a comer carne, está tudo bem. Mas não podemos dizer à população que há uma emergência climática e ao mesmo tempo encorajá-las a comprar produtos que são parte do problema», diz Ziggy Klazes, autarca da cidade, à rádio local Haarlem105.
Porém, a proibição vai mais além e
afecta ainda voos turísticos, combustíveis fósseis e veículos movidos a
combustíveis fósseis. A medida entra em vigor apenas em 2024 devido a
contratos já existentes que comercializam estes bens.
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