Este artigo propõe uma reflexão sobre o impacto dessas práticas na
era digital, questionando: como proteger o consumidor e fomentar a
concorrência em um cenário onde algoritmos e plataformas influenciam
escolhas e hábitos? Essa é a questão central que guia esta análise. Ler mais
quarta-feira, 22 de janeiro de 2025
Como a venda casada no mercado digital desafia os direitos do consumidor
No mercado físico, a venda casada [1]
já representava uma prática abusiva e complexa. No ambiente digital,
porém, ela assume contornos ainda mais sofisticados, como a vinculação
obrigatória de aplicativos a sistemas operacionais ou a oferta
“irrecusável” de pacotes de serviços digitalizados. Sob o pretexto de
eficiência e conveniência, essas estratégias frequentemente exploram
brechas na legislação para consolidar posições de mercado, muitas vezes
em prejuízo do consumidor e da concorrência.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
26 mil medicamentos ilegais apanhados nos aeroportos
Operação Pangea XVIII levou à apreensão em Portugal de "26.525 unidades de medicamentos ilegais", para disfunção erétil e emag...
-
Um estudo europeu sugere que a saúde reprodutiva deve integrar os currículos do ensino secundário em Portugal, revelou hoje uma das inve...
-
Ter-se-á alguém dado conta de que as facturas das comunicações electrónicas vinham muito “apimentadas” tanto pelo débito de chamadas não e...
-
Com tempos de espera superiores a cinco horas no controlo de passaportes, muitas malas permanecem na zona de recolha enquanto os passage...

Sem comentários:
Enviar um comentário